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sábado, 25 de maio de 2013


Esta é uma série de postagens sobre como pregar a Cristo no Antigo Testamento. Muitos tem pregado de forma errada usando o Velho Testamento para pregações moralistas ou de auto-ajuda. Pregador, quer aprender a pregar com base no Antigo Testamento? Esta série de postagem lhe dará uma boa introdução.
Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5 |
Parte 6 | Parte 7 | Parte 8 | Parte 9 | Parte 10 |
E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. (Lucas 24:27)
Algum tempo atrás falamos sobre formas erradas de se ler as Escrituras. A postagem gerou certa controvérsia, principalmente tendo em vista que nossa geração cresceu ouvindo sermões biográficos moralistas.
Como assim? Sermões biográficos moralistas?
Tenho sua atenção, agora? Para entender melhor o que estamos falando, veja o vídeo abaixo onde Matt Chandler fala como podemos ler a Bíblia à luz do Evangelho, usando o exemplo da história de Davi e Golias.
Por Matt Chandler © 2012 LifeWay Christian Resources. All Rights Reserved.
Tradução e Legenda por iPródigo.
Por fim, considere o que Spurgeon disse sobre pregar a Cristo em todos os textos:
Um jovem tinha pregado na presença de um respeitável teólogo, e ao final foi até o velho ministro e disse: “O que você achou do meu sermão?”.
Em cada texto da Escritura há uma estrada para Cristo. (Spurgeon)
“Um sermão muito pobre de fato”, ele disse.
“Um sermão pobre?”, disse o jovem, “ele me custou um longo tempo de estudo”.
“Sim, disso eu não duvido”.
“Por que você não acha que minha explanação do texto é muito boa?”.
“Oh, sim,” disse o velho pregador, “é muito boa de fato”…
“Diga-me porque você o considera um sermão pobre?”
“Porque,” disse ele, “não há Cristo nele”.
“Bem”, disse o jovem, “Cristo não estava no texto; nós não devemos pregar Cristo sempre, nós devemos pregar o que está no texto”.
Então o idoso disse: “Você não sabe, rapaz, que de cada cidade, cada vila ou vilarejo na Inglaterra, onde quer que esteja, há uma estrada para Londres? … Da mesma forma em cada texto da Escritura, há uma estrada… para Cristo. E meu caro irmão, seu trabalho é, quando chegar a um texto, dizer: ‘Então, qual é a estrada para Cristo?’ e então pregar o sermão, percorrendo a estrada até… Cristo. E… eu nunca encontrei um texto que não possuísse uma estrada para Cristo, e ainda que eu ache um que não tenha uma estrada para Cristo, eu faria uma; eu passaria por cima de cercas e valas, mas eu chegaria a meu Mestre, pois um sermão não pode fazer nada de bom a menos que tenha o perfume de Cristo nele
Nas próximas semanas veremos a base bíblica deste entendimento. Se você quiser devorar o assunto antes, recomendamos a leitura deste artigo.




  • 1. Os Hebreus E Os Judeus
  • 2. Quem eram os Hebreus? Os Hebreus , pastores seminómadas de origem semita e descendentes do patriarca bíblico Éber. Este povo viveu na região do Médio Oriente a partir do séc. II a.C. fixando-se na Palestina . Estes deram origem aos povos semitas como os Israelitas, os actuais Judeus. Como narra a Bíblia judaica, Deus criou uma aliança com Abraão , escolhendo os Hebreus como “ povo eleito “, aos quais entregou a Palestina como terra prometida. Img: Hebreus http:// correiogourmand.com.br / images /cg_pasca08_108_200y.jpg
  • 3. Os Hebreus no Egipto A seca e a fome arrasaram a região, levando muitos deles a procurar subsistência no Egipto , em meados do séc. XVII a.C. Inicialmente, tiveram uma vida calma, no entanto a rigidez do trabalho e a escravidão a que foram obrigados, levou-os a abandonarem o Egipto, sendo guiados por Moisés .
  • 4. Os Hebreus no Deserto A viagem de regresso à Palestina, pelo deserto, durou 40 anos, ficando conhecida como Êxodo. Durante esta longa viagem, Moisés recebeu de Deus, os dez mandamentos – a lei divina – gravados em placas de pedra. Moisés, de acordo com a Bíblia, recebeu de Jeová, no Monte Sinai a lei. Este, continha os princípios éticos, morais e religiosos que deveriam orientar o povo hebreu e reforçar a crença num só Deus. Img: Mapa http:// www.homenett.com.br / ~webebenezer /imagens/ exodo /mitsina00.jpg
  • 5. Israel no séc. IX a.C No século XI a.C. Israel tornou-se num reino unificado. Saul, David e Salomão, os seus primeiros reis, desenvolveram a economia, garantindo paz e segurança ao povo. No entanto, a morte de Salomão, fez com que Israel se dividisse em dois reinos : Judá , a sul e a norte Israel . Assim, deixou de haver estabilidade. Os Hebreus foram sendo sucessivamente subjugados como povo vizinho, entre os quais se contam os Babilónios , os Persas , os Gregos , os Romanos e os Muçulmanos.
  • 6. Os povos que invadiram Israel Os muçulmanos travaram uma guerra com Israel pela disputa da terra prometida ( Canaã ) . A guerra parecia não ter fim.
  • 7. Jesus Cristo como Messias No tempo de Jesus Cristo, muitos acreditaram que o Messias fosse ele (Jesus Cristo) mas, tal gerou controvérsia e divisão religiosa que conduziria ao aparecimento do Cristianismo.
  • 8. O Antigo Testamento O Antigo testamento chama-se também Tanakh , dando importância às grandes divisões dos escritos sagrados da Bíblia Hebraica, sendo estes: Livros da Lei ou Torá , os livros dos profetas ou Nevi’im , e os escritos, ou Ketuvim. A tradição cristã divide o antigo testamento em outras partes, e reordena os livros. Segundo essa tradição, os livros são divididos nas categorias: lei, história e poesia e profecias. O Antigo Testamento Escrituras Hebraicas, constituem a primeira grande parte da bíblia Cristã, e a totalidade da Bíblia Hebraica. Img: Bíblia http:// pt.wikipedia.org / wiki /Hebreus
  • 9. Bibliografia Para a realização deste trabalho, foi necessária uma pesquisa em diversas fontes, tais como: WebGrafia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hebreus http://correiogourmand.com.br/images/cg_pasca08_108_200y.jpg http:// www.programamomentoscomjesus.com /Aprender%20-%20textos%20e%20testes/Imagens/arq052.jpg Bibliogarfia: “ Viver a História”, 7º ano
  • 10. Identificação Este trabalho foi realizado por: Ivo Pinho, 7ºA, N.º 13 Fim





A História de Israel no Antigo Testamento aula 01/20Document Transcript

  • 1. Igreja Cristã Eterna Aliança Ministério de Ensino A história de Israel no Antigo Testamento Aula 01/20I. O que é a Bíblia. A. Materialmente falando: 1. Conjunto de 66 livros. 2. Dividida em duas partes que se completam. Um lança luz sobre o outro. 3. Rica em estilos literários: a. Narrativas. b. Poesias. c. Legislação. d. Figuras de linguagem (metáforas, ironias, oximoros, pleonasmos, etc.) e. Cartas. f. Genealogias. g. Profecias. h. Descrição. 4. Escrita por mais de 40 autores diferentes durante cerca de 1.600 anos. 5. Em 3 continentes. 6. Basicamente em dois idiomas: hebraico (A.T.) e grego (N.T.). 7. Os materiais utilizados eram o papiro e o pergaminho. 8. A Palavra “Bíblia” vem do grego biblos, que significa “livro”. B. Doutrinariamente falando: 1. É a revelação de Deus. a. Esta revelação é sobrenatural. b. Esta revelação é inspirada (2 Tm 3:16). Teorias: ortodoxa, liberal e neo-ortodoxa. c. Esta revelação é verbal (ou proposicional). d. Esta revelação é plena. e. É orgânica (2Pe 1:21). 2. Atributos da Bíblia: a. Perspicuidade: compreensível para os crentes (1 Co 2:14). É a clareza. b. Unidade: é uma e não pode se contradizer e nem divergir entre si (coerência e consistência). c. Autoridade: tem suprema autoridade (Sl 19:7; 1 Tm 3:16). É inesgotável em sua aplicação. d. Infalibilidade: não falha nem erra (Sl 19:7; Jo 10:35). Também chamada de “inerrância”. e. Suficiência: não carece de nenhum outro material (1Pe 1:21). É completa. f. Autenticidade: é plenamente verdadeira. g. Preservação: Deus preservou a Sua Palavra durante a história (Mt 24:35). Obs.: Existem alguns outros atributos: pureza, eternidade, etc. 3. Seu assunto essencial: a. Cristo é o principal assunto da Bíblia. b.A salvação dos pecadores e a concretização do plano de Deus.II. O que é o Antigo Testamento. A. Composto por 39 livros. 1. Como os judeus dividem: a. A Lei (Torah): Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio (5 livros); b. Os profetas: b1. Profetas anteriores: Josué, Juízes, Samuel e Reis (4 livros); b2. Profetas posteriores: Maiores: Isaías, Jeremias e Ezequiel (3 livros); Menores: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias (no hebraico formam um tomo só); c. Os Escritos ou “Hagiógrafos”: c1. Os poéticos: Salmos, Provérbio e Jó (3 livros); c2. Os cinco rolos: Cânticos, Rute Lamentações de Jeremias, Eclesiastes e Ester (5 livros); Prof.: Handerson Xavier
  • 2. Igreja Cristã Eterna Aliança Ministério de Ensino A história de Israel no Antigo Testamento Aula 01/20 c3. Os Históricos: Daniel, Esdras, Neemias e Crônicas (3 livros) 2. A ordem usada nas Bíblias evangélicas segue esta sequência: a.Livros da Lei ou Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio; b.Livros Históricos: Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester; c.Livros Poéticos: Jó, Salmos, Provérbios, Cânticos de Salomão (ou Cântico dos Cânticos) e Eclesiastes; d.Livros Proféticos: dividem-se em Profetas Maiores e Menores; d1. Profetas Maiores: Isaías, Jeremias (Juntamente com Lamentações), Ezequiel e Daniel; d2. Profetas Menores: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias; B. Temas centrais no Antigo Testamento. 1. Salvação pela fé (Hb 11). 2. Escatologia (Is65:17 e Ap 21:1). 3. Trindade (Ez 2:2; Is 6:9 e At 28:25). Cuidado com o modalismo! 4. Soberania de Deus (Ex33:19 e Rm 9:15). 5. Salvação dos eleitos (2 Cr 2:6; Is 41:8). 6. O Messias (Is 53). C. Conclusões equivocadas. 1. O Antigo Testamento foi anulado pelo Novo Testamento. 2. O Antigo Testamento é inferior ao Novo Testamento. 3. O Antigo Testamento é completamente diferente do Novo Testamento. 4. O Antigo Testamento é menos útil do que o Antigo TestamentoIII. O Antigo Testamento à luz do Novo Testamento. A. “As sombras dos bens vindouros”. Um depende do outro. 1. Cl 2:16. As observações das datas judaicas eram sombras. 2. Hb 10:1. O sistema sacrifical também eram sombras. 3. Tanto apontavam para Cristo como lançavam sobre o Ele o cumprimento. 4. Os eventos, as promessas, as leis, as festas e os ofícios. B. Jesus utilizou o Antigo Testamento. 1. Citou mandamentos (Mc 12:30). 2. Citou profecias (Mt 24:15). 3. Citou histórias (Mt 12:40). C. Os escritores do Novo Testamento fizeram muito uso do Antigo Testamento. 1. Em Atos 7 encontramos vários personagens do Antigo Testamento. 2. Em Hb 11 encontramos muitos heróis da fé do Antigo Testamento. 3. Na tentação (Mt 4) são utilizados textos do Antigo Testamento. 4. A fórmula: “Então aconteceu o que foi dito por intermédio do profeta..”(Mt 27:9). 5. Filipe utiliza o Antigo Testamento para evangelizar o eunuco (Is 53:7, 8). 6. Toda a Escritura é divinamente inspirada (2Tm 3:16). D. O Decálogo (Êx 20:3-17) é repetido no Novo Testamento. 1. Nenhum outro Deus (Mt 4:10; 1 Co 8:4; At 14:15). 2. Nenhuma imagem (1Jo 5:21; Gl 5:19-21; Rm 1:22,23). 3. Não tomar o nome de Deus em vão (Mt 5:37; Tg 5:12; 1 Tm 6:1). 4. Descansar no sétimo dia (Mt 24:20; 1 Co 6:1-12). 5. Honrar seus pais (Mt 19:19; Ef 6:2,3). 6. Não matar(Rm 13:8-10; 1 Jo 3:15). 7. Não cometer adultério (Mt 5:27; Rm 13:8-10; 1 Co 6:9,10). 8. Não roubar (Rm 13:8-10; Ef4:28). Prof.: Handerson Xavier
  • 3. Igreja Cristã Eterna Aliança Ministério de Ensino A história de Israel no Antigo Testamento Aula 01/20 9. Não prestar falso testemunho (Mc 10:19; Ap 21:8; 22:15). 10. Não cobiçar (Rm7:7; 13:8-10; Ef 5:8).IV. Porque obedecer ao Antigo Testamento. A. O Antigo Testamento continua sendo a Palavra de Deus. B. A leis morais devem ser obedecidas, em contraste com as leis civis e religiosas. C. Ainda aguardamos o cumprimento de muitas de suas profecias. D. Diante do Novo Testamento, temos o quadro geral da história da salvação. E. A revelação é progressiva.V. Aspectos geográficos e culturais do Antigo Testamento. A. Mesopotâmia. 1. Região localizada onde fica o atual Iraque. 2. Nesta região ficava o Éden. 3. Vários povos habitaram esta região, entre eles: a. Assíria a1. Sua capital era Nínive. a2. Era um povo cruel e impiedoso com os inimigos. a3. Invadiu Israel (Reino do Norte) em 722 a.C. a4. Foram dominados pelos medos e babilônios. b. Babilônia b1. Criaram o primeiro código de leis conhecido. O código de Hamurabi. b2. Desenvolveram calendários, arquitetura, agricultura, astronomia e direito. b3. Invadiram e destruíram Jerusalém (Reino do Sul) em 587 a.C. b4. Foram dominados pelos persas. B. Pérsia 1. Região onde fica o atual Irã. 2. Ciro foi o imperador que conquistou a região dominada pelos medos (medo-persa). 3. O maior imperador persa foi Dario I. 4. Respeitavam a cultura e religião dos vencidos. 5. Praticavam o zoroastrismo. 6. Eram hábeis na administração (moeda única do império). 6. Alexandre, o Grande, imperador da Macedônia, pôs fim às conquistas persas. C. Egito 1. País do nordeste africano. 2. Surgiu às margens do rio Nilo, que torna as áreas férteis. 3. O faraó era tido como um deus. 4. Praticavam o politeísmo. Atualmente a maioria é muçulmana sunita. 5. A sociedade era dividida em: faraó - sacerdotes, militares e escribas - camponeses, artesãos e pequenos comerciantes - escravos. 6. Sua principal atividade comercial era a agricultura, mas também incluía comércio. D. Israel ou Canaã 1. Região onde fica o atual Israel (Palestina). 2. Era a união de vários povos. 3. Adoravam ao deus Baal. 4. Terra muito fértil. 5. Foi prometida por Deus à descendência de Abraão.VI. Observações finais. A. Nem tudo o que está na Bíblia é verdade (Gn 3:4). Prof.: Handerson Xavier
  • 4. Igreja Cristã Eterna Aliança Ministério de Ensino A história de Israel no Antigo Testamento Aula 01/20 B. Nem tudo o que está narrado é recomendado (Jz6:36-40). C. Nem todas as leis devem ser obedecidas (Dt 25:5-12). D. Nem todas as promessas são para nós (Js 1:3).VII. Aplicações. A. Aplicação doutrinária: A Bíblia é revelação sobrenatural de Deus. Nada pode ser comparado à ela quando se tratar de Deus falar conosco. B. Aplicação prática: Precisamos ler, meditar e obedecer a Palavra de Deus. Outras vozes podem falhar, mas a Palavra de Deus nunca erra.Leitura para próxima semana: Gn 1 – Gn 11http://dss.collections.imj.org.il/isaiah Prof.: Handerson Xavier

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Evangélicos
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012



Senhor que eu veja.
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Jericó rivaliza-se com Damasco como a “mais antiga cidade da terra“. Ela foi a primeira cidade conquistada pelos filhos de Israel sob Josué (Josué 4,5-6). Também  era importante para os profetas Elias e Eliseu (2°Reis 2, 18-22). Pedro de Jericó, o Monastério de São João (Kasr El-Yahud) relembra o local onde Jesus foi batizado por São João Batista.
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Hoje pode ser visitados os monastérios ao redor de Jericó, a Igreja de Eliseu e o sítio arqueológico da antiga Jericó.
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   No nosso roteiro você conheci a cidade de Jericó.
ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE JERICÓ



JERICÓ DO TEMPO DE JOSUÉ
Jericó, cidade da orla oriental de Gor, à distancia de 10 quilômetros do rio Jordão. Foi a primeira cidade conquistada pelos israelitas sob o comando de Josué.

Jericó foi uma cidade real da antiguidade, a principal do Vale do Jordão, à qual se referem como bem conhecida naquele tempo os livros de Números e Deuteronômio (Nm 22.1; Dt 32.49). Ela achava-se protegida por muralhas e portas de grande resistência (Js 2.5). Os cidadãos de Jericó eram abastados, sendo produtivos os terrenos que a circundavam.

Depois da queda dos muros foi pronunciada uma maldição sobre aquele que tentasse reedificar Jericó 
E naquele tempo, Josué os esconjurou, dizendo: Maldito diante do Senhor seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó: perdendo o seu primogênito, a fundará, e sobre o seu filho mais novo lhe porá as portas” (Js 6.26).

A maldição caiu quinhentos anos mais tarde sobre Hiel, de Betel 
durante seu reinado, Hiel de Betel, reconstruiu Jericó. Lançou os alicerces à custa da vida de seu filho mais velho, Abirão, e instalou as suas portas à custa da vida do seu filho mais novo, Segube, de acordo com a palavra que o Senhor tinha falado por meio de Josué filho de Num". (I Rs 16.34).

Foi em Jericó estabelecida uma escola de profetas, sendo visitada por Elias e Eliseu (2Rs 2.4-18). A cidade foi tomada pelos caldeus (2Rs 25.5), mas repovoada depois da volta do cativeiro babilônico (Ed 2.34).

ARQUEOLOGIA DE JERICÓ
Jericó é agora um montículo de três hectares chamado de Tell es-Sultão, localizado ao lado de abundante manancial conhecido como Fonte de Eliseu.

O montículo foi escavado por Charles Warren (1868), Ernest Sellin (1907-1911), Jonh Garstang (1929-1936) e a senhorita Kathleen Kenyon (1952-1958).

O primeiro escavador concentrou sua atenção apenas no montículo, enquanto o segundo realizou descobertas suficientes para despertar um grande interesse geral. Mais tarde Jonh Garstang desenterrou partes de quatro cidades que tinham existido sucessivamente no lugar desde o ano de 3000 a.C. Ao escavar até a base do montículo encontrou vestígios de civilizações da antiguidade extraordinária, as mais antigas que se tem encontrado na Palestina.

O quarto nível de ocupação, o qual Gastang denominou “cidade D”, adquiriu uma importância primordial para os estudiosos e historiadores da Bíblia, assim como para os arqueólogos, os quais discutiam frequentemente sobre a data do êxodo israelita do Egito e sua subsequente entrada na Palestina. Os eruditos discordavam em dois séculos ou mais em seus cálculos ao datar esse acontecimento. Jericó era o lugar onde a dúvida podia ser estudada mais a fundo. Este quarto nível de ocupação parecia ser a cidade que Josué havia tomado, e os escavadores procederam com muito cuidado.

Dois muros de nove metros de altura, que corriam quase paralelos rodeavam o cume do monte. Estes muros foram construídos de ladrilhos secados ao sol, de uns dez centímetros de espessura, e de uma extensão de 60 a 90 centímetros. O muro interior tem uma espessura de 3,4 a 3,7 metros, e foi construído sobre alicerces de um muro anterior. O último muro anterior tem mais ou menos 1,82 metros de espessura, e está na borda do montículo. O espaço entre os dois muros varia entre quatro a oito metros, e os muros se encontram unidos em intervalos periódicos por paredes de ladrilho.

Nas imediações do montículo da antiga cidade foi descoberto um cemitério. Garstang abriu um grande número de tumbas das quais extraiu muitas vasilhas de cerâmica, uma considerável quantidade de joias e uns 170 escaravelhos sagrados. Nessas tumbas Garstang achou peças de alvenaria dos períodos recente, Médio e tardio da Idade do Bronze, mas só foram encontrados uns poucos fragmentos de vasilhas micênicas, que começaram a ser importadas em torno de 1400 a.C. Os *escaravelhos sagrados egípcios podem ser datados com exatidão, já que mencionam vários faraós em seus nomes, e representam cada um deles. Um escaravelho sagrado apresenta o nome da rainha Hat-shep-sut e de Tutmósis III; outro menciona o nome de Amenhotep II, que está representado como um arqueiro, e isto coincide com os registros de sua tumba no Egito. A série de escaravelhos sagrados datados finaliza com dois selos reais de Amenhotep III, que reinou desde 1413 até 1376 a.C. Nenhuma outra coisa nas tumbas indica datas posteriores.

Ao regressar ao montículo da cidade, Garstang comparou detidamente os fragmentos de cerâmica com os que haviam sido descobertos nas tumbas, e descobriu que alguns deles correspondiam a Idade do Bronze tardia. Depois de examinar quase 100.000 pedaços de cerâmica, 1.500 vasilhas intactas, assim como 80 escaravelhos intactos, os muros caídos e outros tipos de evidencia, Garstang não hesitou em datar a cidade em torno de 1400 a.C., identificando-a como a cidade Cananéia de Jericó, que caiu nas mãos dos israelitas comandados por Josué. Os restos carbonizados que se encontravam em todas as partes eram para Garstang uma confirmação do registro bíblico, “a cidade e tudo o que nela havia queimaram-no no fogo” (Js 6.24), e os muros caídos foram uma confirmação de como os israelitas caminharam “em frente de si e a tomaram” (Js 6.20).

Desejando ser o mais cuidadoso possível, e agindo como um verdadeiro cientista, Garstang consultou três dos principais arqueólogos e especialistas em alvenaria em toda a Palestina: Pere Vincent, Clarence s. Fischer e Alan Rowe. Quando essas autoridades examinaram detidamente e em separado a cerâmica, as ruínas carbonizadas e os muros caídos assinaram declarações junto com Gastang confirmando a data de 1400 a.C. esta data concorda com a cronologia que aparece em I Reis 6.1.

O reinado de Salomão começou provavelmente em torno de 961 a.C. Se esta data é correta, o quarto ano de seu reinado seria aproximadamente o ano de 957. Somando-se 480 anos, 1437 é a data mais provável da saída dos israelitas do Egito. Se levarmos em conta os 40 anos que os israelitas passaram errantes no deserto, chegamos a data de 1397 a.C. para a destruição de Jericó; e isto está claramente dentro dos limites dos estudos de Garstang.

Todavia, estas descobertas e as interpretações que se lhes tem dado não satisfazem a alguns pesquisadores, porque eles não podiam encontrar lugar em suas mentes para uma Jericó que se ajustasse tanto ao registro bíblico. Durante quase dois decênios houve constante oposição às conclusões de Garstang, e foram exercidas pressões para que se reexaminasse Jericó.

Este desejo foi satisfeito no principio de 1952, quando uma expedição conjunta da Escola Britânica de Arqueologia, o Fundo de Exploração da Palestina, as Escolas Americanas de Investigação Oriental e o Departamento de Antiguidades do Jordão, começaram a escavar novamente em Jericó, sob a direção da senhorita Kathleen Kenyon. O trabalho foi realizado com diligencia pelo espaço de cinco temporadas, durante as quais escavaram fossos até o leito rochoso em seis lugares diferentes do montículo. Em um destes, um empreendimento próximo ao extremo norte oriental foram encontrados restos da primeira ocupação de Jericó.

Durante uma escavação posterior, a senhorita Kathleen Kenyon informou que havia encontrado os fragmentos e a base de um muro de aproximadamente um metro quadrado de piso intacto, os restos de um edifício denominado “edifício médio”, um forno e um pequeno jarro; tudo isso pertencente a Idade do Bronze tardia (1500-1200 a.C.). Ao falar sobre esses restos a senhorita Kenyon disse: “Pelo menos demonstram que existiu uma povoação nesse período. Data do século 14 a.C., e concorda muito bem com as descobertas realizadas nas tumbas e datadas com mais precisão pelo professor Garstang. Parece-nos que a evidencia demonstra que o pequeno fragmento de edifício que encontramos é parte de uma cozinha de uma mulher Cananéia”.

A JERICÓ DO NOVO TESTAMENTO
Em 10 de fevereiro de 1950, o doutor James L. Kelso e seus associados iniciaram a escavação da Jericó do Novo Testamento. Encontraram a capital invernal de Herodes, o Grande, a cidadela, o hipódromo, a piscina, as fontes, os jardins, as quintas e as ruínas de outras edificações que haviam sido construídas com pedras de cantaria [esquadrejadas] caracteristicamente herodiana, com o suave calado marginal nos quatro costados. O número de quintas diminui na direção leste, e um pouco mais além vê-se a Jericó moderna, a que o doutor Kelson pensou que poderia estar sobre as extensões dos setores mais pobres da Jericó do Novo Testamento.

A Jericó do tempo de Jesus era a segunda cidade da Judéia. Foi ali que Jesus curou o cego Bartimeu, e que Zaqueu recebeu a visita do Salvador em sua casa.

Por algum tempo Jericó fez parte da propriedade de Cleópatra, que foi dada por Antonio, sendo depois arrendada por Herodes, o Grande, que ali construiu muitos palácios e edifícios públicos. Foi destruída pelos romanos por volta do ano de 230 d.C.

*AS CRENÇAS SOBRE O ESCARAVELHO
Da família dos Lamelicór-neos, este tipo de besouro possuía algumas características sui generis: a fêmea punha seus ovos em pedaços de excremento, que eram acondicionados em buracos feitos na terra. As larvas que nasciam disso se alimentavam da matéria pútida e desenvolviam-se.

Do ritual da mumificação fazia parte retirar o coração do morto e substituir por um amuleto na forma de um desses bichos. Assim como ele era capaz de nascer da matéria putrefata, ajudaria o defunto a renascer e devido à sua íntima relação com o sol, poderiam auxiliar a jornada do desencarnado ao lado de "Rá", o deus Sol. O astro-rei portava os germes da vida, como a bola de excrementos e o ato de rolá-la para o buraco, guardava o significado do nascente e do poente. No amuleto lia-se a inscrição: Sou Thoth, inventor e fundador das curas e das terras; vem a mim, ó tu que estás debaixo da terra, levanta-te, ó grande espírito.


Fontes:
Bíblia Thompson – Editora Vida
Dicionário Bíblico – Editora Didática Paulista

FALE CONOSCO/PERGUNTA BÍBLICA 





terça-feira, 27 de março de 2012


ISRAEL - MONTE DAS BEM-AVENTURAÇAS

O local tradicional para o Monte das Bem-aventuranças é na margem noroeste do Mar da Galileia, entre Cafarnaum e Genesaré (Ginosar). A localização real do Sermão da Montanha não é certo, mas o lugar atual (também conhecido como Monte Eremos) foi comemorado durante mais de 1600 anos. O lugar fica está muito perto Tabgha. Outras localizações sugeridas incluíram o Monte Arbel, este fica muito perto.



O Sermão no Monte
O chamado "Sermão do Monte" está registado em Mateus 5-7 e Lucas 6. A alegada discrepância entre a versão de Mateus estar em uma colina e de Lucas estar em um lugar plano é facilmente conciliável com a observação dos lugares que se encontram nas encostas da Galileia, o cimo dos mesmos é plano. A Escritura não dá nenhuma indicação sobre a localização exata deste evento, mas os bizantinos construíram uma igreja para comemorar na parte inferior do morro. Alguns dos estudiosos que acompanharam Napoleão situaram a ascensão no monte Arbel nas proximidades.

A sugestão desta colina para o local do Sermão da Montanha é muito boa. Conhecido como o Monte Eremos, esse morro está localizado entre Cafarnaum e Tabgha e é um pouco acima da "Cova do Semeador". Esta encosta espaçosa proporciona muito espaço para reunir multidões, como evidenciado em Março de 2000 aquando da visita do Papa João Paulo II, foi preparado lugar para 100.000 católicos poderem assistir à missa (choveu e vieram menos, mas o espaço estava disponível).


Capela
Na montanha está situada uma capela católica construída em 1939 pelas Irmãs Franciscanas, com o apoio do governo italiano, Mussolini. O edifício que foi construído pelo famoso arquiteto Antonio Barluzzi é cheio de simbolismos numéricos. Na frente da igreja, os símbolos no pavimento representam Justiça, Prudência, Fortaleza, fé, caridade e moderação. Dentro da igreja realça-se o manto da visita do Papa Paulo VI em 1964.




As bem-aventuranças
"Bem-aventurados são os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados são os que choram, porque eles serão consolados. Bem-aventurados são os mansos, porque eles herdarão a terra. Bem-aventurados são os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos. Bem-aventurados são os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados são os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados são os que perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois, quando os homens vos injuriarem e perseguirem e disser todo o mal contra vós, por minha causa "(Mateus 5:3 - 11 KJV).

O Monte das bem-aventuranças tem vista para a Planície numa extensão de quatro milhas de comprimento de Genesaré, uma área famosa pela sua fertilidade. Flávio Josefo referindo-se a este local disse: "coroamento da natureza." Várias vezes os registos do Novo Testamento que Jesus esteve nesta área, incluindo quando ele curava as multidões aqui e enfrentou a condenação farisaica em relação à impureza ritual (Marcos 6-7).

AS ESCRITURAS SAGRADAS (hino no final)

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim.” João 5:39.
"Examinai as Escrituras." Esta é a ordem que nos vem de Cristo. Se tivesse sido essencial para nós pesquisar os Pais [da igreja], Cristo nos teria dito para fazê-lo. Mas os Pais não falam todos a mesma coisa. Qual deles escolhereis como um guia? Não há necessidade de confiarmos em incerteza. Passamos pelos Pais para aprender de Deus a partir de Sua Palavra. Isto é vida eterna, conhecer a Deus. Oh, quão gratos deveríamos ser porque a Bíblia é a inspirada Palavra de Deus! Homens santos do passado escreveram esta Palavra ao serem movidos pelo Espírito.” E.G.White

1- Qual é o nome como são conhecidos os sagrados escritos da Bíblia?
Disse Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos?
Mateus 21:42

2- Que outro título é dado a essa revelação de Deus ao homem?
(Lucas 8:21) - Mas, respondendo ele, disse-lhes: Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a executam.

3- Como foram dadas as Escrituras?
(II Timóteo 3:16) - Toda a Escritura é divinamente inspirada.

4- Por Quem foram dirigidos os homens que assim falaram por Deus?
(II Pedro 1:21) - Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

5- Que caso específico é mencionado pelo Apóstolo Pedro?
(Atos 1:16) - Homens irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de David, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus.

6- Como exprime David a mesma verdade?
(II Samuel 23:2) - O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua palavra está na minha boca.

7- Quem falou, portanto, por intermédio desses homens?
(Hebreus 1:1) - HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho.

8- Com que propósito foram escritas as Escrituras Sagradas?
(Romanos 15:4) - Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.

9- Para que é a Escritura proveitosa?
(II Timóteo 3:16) - Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.

10- Qual foi o desígnio de Deus ao dar assim as Escrituras?
(II Timóteo 3:17) - Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.

11- Até que ponto estimava Job as palavras de Deus?
(Job 23:12) - Do preceito dos Seus lábios nunca me apartei, e as palavras da Sua boca guardei mais do que a minha porção.

12- Em que evidência baseou Jesus ser o Messias?
(Lucas 24:27) - E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achavaem todas as Escrituras.

13- Quais são as 3 divisões reconhecidas por Jesus como incluindo todos os escritos do Velho Testamento?
(Lucas 24:44) - E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de Mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos.

14- Que coisa é impossível ao carácter de Deus?
(Tito 1:2) - Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos.

15- Como é Deus chamado em todas as Escrituras?
(Deuteronómio 32:4) - Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são;Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é.

16- Qual deve ser deste modo, o carácter da Sua Palavra?
(João 17:17) - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.

17- Qual é, por conseguinte, a prova a ser aplicada a todo o professo ensinador da Verdade?
(Isaías 8:20) - À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.

18- O que deseja Deus seja para nós a sua Palavra neste mundo de trevas, pecado e morte?
(Salmos 119:105) - Lâmpada para os meus pés é tua Palavra, e luz para o meu caminho.

19- Onde se encontra a verdadeira poesia da vida?
(Salmos 119:54) - Os teus estatutos têm sido os meus cânticos na minha peregrinação.

20- Por quanto tempo subsistirá a Palavra de Deus?
(Isaías 40:8) - Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.
(Mateus 24:35) - O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar.

Aceite a Palavra de Deus como a luz para o seu caminho e chegará a Casa do Pai.

O MONTE HERMON EM ISRAEL

Também conhecida como Ba'al Hermom, Mt. Líbano, Jabel A-talg, 'Arqub, Hermon Massif, Pistas de Hermon, Jebel esh-Sheikh, Senir, Shenir, Sion, Sirion

A ligação entre o povo judeu e as Colinas do Golã remonta aos tempos bíblicos. Diz a tradição judaica que foi no Monte Havtarim, na região do Monte Hermon, a 1.296m acima do nível do mar, nos declives de Katef Sion, que D'us prometeu a Abrão que lhe daria a terra para seus descendentes. Um antigo túmulo marca o local e um robusto carvalho ergue-se, ao lado.
"Os olhos de Israel". Assim é carinhosamente chamado o Monte Hermon, ponto culminante do país, localizado no topo da Cordilheira do mesmo nome, entre a fronteira de Israel e a Síria. Assim denominado por causa de seus picos, é um dos principais centros de prática dos desportos de inverno. Com 2.224m, foi o local escolhido para a implantação de um centro de lazer para turistas e amantes do esqui, pois a neve faz parte da paisagem natural da área de novembro a março, coberto de branco os picos do Hermon. Das suas encostas, que degelam depois do inverno, nasce o rio Jordão



Vista de Hazor
Mt. Hermon é o extremo sul da cordilheira Anti-Líbano. Seu pico mais elevado é 9230 pés eo ponto mais alto dentro das fronteiras de Israel hoje é Mizpe Shelagim em 7295 pés. 
A montanha é o único lugar com esqui na neve no país.





Fronteira com a Síria
A montanha tem sido conhecida como Ba'al Hermom, Senir, Sirion, Sião, e por Josefo como Mt. Líbano. Hoje, os árabes chamam de "Jabel A-talg" que se traduz como "a montanha de neve." Mais de vinte templos antigos foram encontrados na montanha ou na sua proximidade.







Mt. Hérmom
Sl 133:3 (NVI) "É como se o orvalho de Hérmon estavam caindo sobre o monte Sião".
Cântico dos Cânticos 4:8 (NIV) "Vem comigo do Líbano, minha noiva .... descer do cume do Amana, do alto de Senir, o cume do Hermon, das cavernas dos leões e das principais atracções da montanha dos leopardos . "